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Projeto desenvolve sementes para agricultura familiar

Projeto visa obter sementes convencionais de feijão, forrageiras, trigo, milho, soja e outras

A Fundação Estadual de Pesquisa Agropecuária (Fepagro) aprovou projeto junto à Agência Brasileira da Inovação (Finep) para a captação de R$ 1,5 milhão para ser utilizado no fortalecimento de ações voltadas à agricultura familiar, com a seleção de materiais promissores para registro de cultivares convencionais (não transgênicas).

O projeto tem duração prevista de três anos e contará com uma equipe executora composta por 16 pesquisadores da Fepagro, dos Centros de Pesquisa em São Gabriel, Maquiné, Vacaria, São Borja, Júlio de Castilhos, Taquari e Rio Grande, coordenados pela pesquisadora Ionara Fátima Conterato, da Fepagro Forrageiras (São Gabriel).

Por meio de melhoramento genético clássico, com o cruzamento e seleção de cultivares, o projeto visa à obtenção de sementes convencionais de feijão, forrageiras, trigo, milho, soja, sorgo, cebola, cenoura, mostarda e ervilha que possam servir de base para a sustentabilidade da agricultura familiar. “Queremos lançar cultivares capazes de atender às demandas regionais que promovam uma agricultura de baixo impacto ambiental”, explica Ionara.

De acordo com o diretor-presidente da Fepagro, Danilo Rheinheimer dos Santos, o envio da carta-convite da Finep para a distribuição de R$ 20 milhões entre as organizações que compõem o Conselho Nacional dos Sistemas Estaduais de Pesquisa Agropecuária (Consepa) é resultado de forte interação com a Embrapa. O ato concretiza uma aliança para a inovação agropecuária no Brasil. “Esse é um recurso que será fundamental à equipe de pesquisa, sendo de fácil execução financeira”, aponta o diretor-presidente.

Conforme o resultado divulgado pela Finep em 23 de outubro, foram classificadas 11 propostas. “Somos a única que contempla a agricultura familiar, o que é motivo de orgulho para nós”, comemora Ionara. A verba captada reforçará a capacidade de execução de pesquisa da Fepagro, principalmente no fortalecimento dos programas de melhoramento genético. Segundo a coordenadora, o projeto vai permitir que o Rio Grande do Sul seja protagonista no mercado de sementes convencionais, principalmente nos programas de apoio e fomento à agricultura familiar, como o Troca-Troca de Sementes do Governo do Estado. “Dessa forma, pretendemos reduzir a dependência dos agricultores às tecnologias de empresas multinacionais”, completa.

FONTE: gaz

CNPq – Chamada para projetos de pesquisa e desenvolvimento voltados para a produção agropecuária sustentável e agroecologia

Chamada MCTI/CT-AGRONEGÓCIO/CT-AMAZÔNIA/ CNPq Nº 48/2013

 
O objeto desta Chamada é fomentar projetos de pesquisa e desenvolvimento voltados para a produção agropecuária sustentável e agroecologia. Os principais objetivos desta ação são: a) Ampliar a base tecnológica da Produção Integrada Agropecuária (PI Brasil) por meio do desenvolvimento da pesquisa técnico-científica com foco na expansão da produção sustentável de alimentos e na adesão de mais produtores rurais à PI Brasil; b) Apoiar projetos-piloto de pesquisa, desenvolvimento, implementação, difusão e certificação de sistemas produtivos de Boas Práticas Agropecuárias (BPA), incluindo agricultura e zootecnia de precisão; c) Aumentar a competência científica e tecnológica de modo a ampliar a sustentabilidade e a competitividade dos sistemas orgânicos de produção por meio do desenvolvimento e disponibilização de insumos e processos apropriados para a agricultura orgânica, especificamente para: Disponibilizar variedades de sementes apropriadas para a agroecologia e produção orgânica que estejam disponíveis para a multiplicação, troca ou distribuição; Disponibilizar alternativas tecnológicas para a conservação de sementes em bancos comunitários e em bancos familiares; Disponibilizar tecnologias alternativas de controle de pragas adequadas aos sistemas orgânicos de produção, que não causam danos à saúde e ao meio ambiente. d) Apoiar a pesquisa e o desenvolvimento de práticas sustentáveis de manejo florestal e sistemas agroflorestais na Amazônia Ocidental (Amazonas, Acre, Rondônia e Roraima) que visem contribuir com a valorização da diversidade biológica da região.
 
Acesse a Chamada
 
FONTE: CNPq

Prêmio Josué de Castro incentiva pesquisas nas áreas de nutrição e saúde

Iniciativa reconhecerá estudos a favor da alimentação saudável e do combate à fome e à desnutrição

Até o dia 23 de agosto estão abertas as inscrições para o Prêmio Josué de Castro. Promovido pelo Governo do Estado de São Paulo por meio do Consea-SP (Conselho Estadual de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável), o concurso promove pesquisas e programas que incentivam a alimentação saudável e a segurança alimentar.

Dentro os quesitos, serão avaliados o estímulo à participação social, a melhoria de qualidade de vida, o efeito multiplicador e ainda as formas de aplicação e execução do trabalho apresentado.

No dia 16 de outubro, a premiação reconhecerá duas categorias: melhor pesquisa científica e melhor programa ou projeto de política pública. Podem participar universidades (públicas ou privadas), instituições de pesquisa públicas ou privadas e órgãos públicos municipais ou estaduais de São Paulo.

SERVIÇO

Prêmio Josué de Castro
Inscrições até 23 de agosto

Aqui: ConseaSP

REVISTA AGRICULTURAS, V10, N°1 – Ciência e Poder nos sistemas agroalimentares

Os artigos desta edição abordam essa complexa relação entre ciência e poder sobre os sistemas agroalimentares a partir de uma dupla perspectiva. De um lado, exemplifica como pesquisadores de prestígio acadêmico e instituições científicas são recrutados para atuar como caucionadores ideológicos de políticas voltadas à industrialização da agricultura, sendo muito frequentemente levados a violar princípios elementares do método científico para sustentar seus posicionamentos públicos. De outro, apresenta casos em que novas trajetórias de desenvolvimento científico-tecnológico são deslegitimadas institucionalmente, muito embora indiquem caminhos promissores para enfrentar o crítico desafio de assegurar a oferta alimentar em quantidade, qualidade e diversidade para uma população mundial crescente, em um do contexto de mudanças climáticas e de degradação acelerada dos recursos naturais.

BAIXE A REVISTA COMPLETA AQUI

FONTE: AS.PTA Agricultura Familiar e Agroecologia

Cidadão pode enviar sugestões para pesquisas em Segurança Alimentar e Nutricional

O Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Consea) abriu nesta segunda-feira (10) consulta pública para recebimento de propostas para compor a Agenda de Pesquisa em Segurança Alimentar e Nutricional. Podem enviar sugestões pessoas interessadas na temática, incluindo pesquisadores, gestores e representantes da sociedade civil.

A agenda a ser construída orientará o trabalho da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional, de ministérios, de programas de pós- graduação e de agências de fomento, nas ações de financiamento à pesquisa.

A consulta foi um dos encaminhamentos aprovados durante o Seminário de Pesquisa em Segurança Alimentar e Nutricional, promovido em dezembro pelo Consea, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

O encontro teve como objetivo contribuir para a implementação de diretriz da Política Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (PNSAN), definida no Decreto 7.272/2010: “instituição de processos permanentes de educação alimentar e nutricional, pesquisa e formação nas áreas de segurança alimentar e nutricional e do direito humano à alimentação adequada”.

Agenda de pesquisa foi recomendada por conferências nacionais

O documento está dividido em temas de pesquisa. A agenda apresentada na consulta é resultado da análise das recomendações das quatro conferências nacionais de SAN e discussões realizadas durante o seminário em dezembro.

Como pressuposto para a discussão da agenda, adotou-se a referência conceitual adotada na Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional, na Política Nacional e no Plano Nacional da área. Assim, todas as linhas e temas de pesquisa devem ter como princípios a soberania e a segurança alimentar e nutricional, o direito humano à alimentação adequada, a participação social e a intersetorialidade.

As contribuições referentes às desigualdades vivenciadas por grupos socialmente vulnerabilizados são transversais. Portanto, as sugestões relativas a esses grupos poderão ser incluídas em todos os temas de pesquisa.

Cada participante poderá contribuir em um ou mais temas, dependendo de seu interesse e experiência. A consulta pode ser acessada até 22 de julho.

FONTE: planalto.gov.br

Embrapa lança portfólio com tecnologias para agricultura orgânica e agroecologia

Para consagrar o trabalho desenvolvido ao longo de dez anos de pesquisas na área de agricultura orgânica e agroecologia, a Embrapa Hortaliças (Brasília,DF) lançará no dia 27 de setembro, quinta-feira, um site com o portfólio das tecnologias geradas para sistemas agrícolas de base ecológica.

De acordo com a pesquisadora Mariane Vidal, o portfólio eletrônico é uma maneira de organizar os resultados de pesquisas e disponibilizá-los aos agentes que realmente precisam dessas informações como extensionistas e agricultores. “O portfólio vai facilitar a transferência dessas tecnologias e permitir que elas cheguem ao campo de uma forma mais prática”, enfatiza.

Quem acessar o portfólio poderá visualizar os principais resultados das pesquisas sobre insumos orgânicos, lançamentos de cultivares adaptadas ao sistema orgânico e práticas culturais e processos de sistemas agrícolas de base ecológica. O site com conteúdo dedicado exclusivamente à agricultura orgânica e agroecologia também trará notícias atualizadas, vídeos e imagens, além de publicações técnicas e acadêmicas sobre esses temas.

O evento, aberto ao público externo, contará com a participação de parceiros da Unidade que cooperaram com as pesquisas conduzidas ao longo da última década. “Nesse tempo, a Embrapa não fez nada sozinha. Há várias instituições, governamentais e não governamentais, associações, cooperativas, universidades e agricultores que merecem nosso reconhecimento por terem contribuído para o avanço das pesquisas”, sublinha Mariane.

O lançamento do portfólio acontecerá durante a realização do Curso Internacional sobre Produção Sustentável de Hortaliças, que integra o Programa de Treinamento para Terceiro Países – TCTP. Na ocasião, cerca de 20 extensionistas de quatro países africanos de língua portuguesa (PALOP) – Angola, Moçambique, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe – terão a oportunidade de participar do evento e conhecer detalhes da atuação da Unidade na agricultura orgânica e agroecologia. “O perfil dos participantes do curso está muito alinhado com a proposta do portfólio e tanto nesse caso quanto em outros projetos de cooperação com a África, observamos um grande interesse na área orgânica e agroecológica”, ressalta a pesquisadora.

Até o final do ano, o Grupo de Agricultura Orgânica e Agroecologia da Embrapa Hortaliças pretender lançar o portfólio de tecnologias no formato impresso, inclusive em outros idiomas, e folders individuais para cada tecnologia. “O site e os portfólios serão uma vitrine no nosso trabalho. Precisamos mostrar para a sociedade, nosso parceiro mais importante, o que temos realizado em prol do aperfeiçoamento da produção de alimentos orgânicos no Brasil”, conclui.

Serviço
Lançamento de portfólio com tecnologias para agricultura orgânica e agroecologia
http://www.cnph.embrapa.br/organica/index.html
Data: 27 de setembro de 2012 (quinta-feira)
Horário: 10h às 12h
Local: Auditório da Embrapa Hortaliças (mapa)

Paula Rodrigues (MTB 61.403/SP)
Embrapa Hortaliças
(61) 3385-9109
paula.rodrigues@cnph.embrapa.br

MCTI articula participação de CVT na Política de Agroecologia

Conciliar a qualificação profissional à pesquisa aplicada, por meio da constituição de Centros de Vocação Tecnológica (CVT), em parceria com  institutos federais. Este foi o objetivo da inclusão, pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), dos CVTs na Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (Pnapo),  publicada 20 de agosto último pelo decreto nº 7.794.

Para a estruturação desta rede de formação de recursos humanos qualificado, a Secretaria de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social (Secis/MCTI) em conjunto com o Ministério da Educação (MEC), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Ministério do Meio Ambiente (MMA), e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), formularam edital para a composição de 60 Núcleos de Estudo em Agroecologia (Nea). A previsão inicial é que o edital seja publicado na segunda quinzena de setembro.

As propostas para formação dos núcleos deverão ser encaminhadas pelos institutos federais –  sob coordenação do MEC – e devem conter como requisitos o cronograma, os recursos financeiros a serem aplicados e sua origem, itens financiáveis, prazo de execução dos projetos, critérios de elegibilidade e de parâmetros objetivos de julgamento e informações necessárias ao desenvolvimento adequado do trabalho. Os núcleos serão estruturados dentro dos próprios institutos.

Para submeter a proposta, o instituto deve ministrar cursos de agroecologia com a modalidade de extensão tecnológica para pesquisa em campo. Os institutos deverão incluir na proposta, a constituição de um CVT para a formação de recursos humanos na prática, tanto de seus estudantes, quanto de agricultores beneficiados pelo programa. O instituto também será responsável pela manutenção do CVT.

A previsão inicial é que os recursos para a composição de novos CVTs sejam disponibilizados por meio de parceria entre MCTI, MEC e Mapa, após a seleção das propostas. Os novos CVTs deverão ser constituídos no âmbito estadual ou do bioma, para o desenvolvimento rural sustentável considerando os conhecimentos e práticas de produção orgânica e de base agroecológica.

Extensão Tecnológica

Os Nea serão os responsáveis pelas atividades de ensino e pesquisa da modalidade de extensão tecnológica dos institutos federais. Assim, com o auxílio dos centros vocacionais, os alunos do instituto terão duas bases para o estudo de caso, após as pesquisas de campo, que serão efetuadas junto ao agricultor familiar.

Esses núcleos e os centros serão utilizados, num segundo momento, como sala de aula aos agricultores familiares, que serão capacitados para lidar com os problemas detectados pelos estudantes em seu cultivo. Os núcleos terão capacidade de atender cerca de dez famílias simultaneamente, durante 24 meses. Já os centros de vocação tecnológica estaduais poderão atender cerca de 20 famílias, enquanto os biomas atenderão outras 40.

Atualmente, a agricultura familiar é responsável pela produção de 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros e representa 75% da mão de obra do campo, segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA).

Os recursos para a estruturação dos CVTs – que inclui a compra de equipamentos e materiais de consumo, além da disponibilização de aproximadamente 400 bolsas para profissionais e estudantes, serão disponibilizados pela parceria MCTI, MEC e Mapa.

Texto: Ricardo Abel – Ascom do MCTI

“Alimentos Saludables” que Nunca, Nunca Debería Comer

  • La mayoría de los estudios financiados por la industria cambian la ciencia para satisfacer sus propias necesidades con el fin de apoyar los intereses corporativos
  • Numerosos estudios independientes acerca de los alimentos modificados genéticamente o transgénicos (GM) han revelado las múltiples amenazas a la salud, mientras que la industria sigue diciendo que son seguros
  • 8 cultivos de alimentos transgénicos que debe evitar: soya, maíz, semilla de algodón, canola, azúcar proveniente de la remolacha azucarera, papaya hawaiana, calabacita amarilla de cuello curvoy otras variedades de calabacín.

Existen dos tipos de estudios sobre los alimentos modificados geneáticamente o transgénicos (GM), ciencia independiente y ciencia corporativa. No es tan difícil decidir en cuál confiar.

Por el Dr. Mercola

Jeffrey Smith, es el director ejecutivo del Instituto por una Tecnología Responsable, cuya Campaña para Comer más Sano en los Estados Unidos está diseñada para crear un punto crítico de rechazo por parte de los consumidores hacía los alimentos transgénicos para así eliminarlos de nuestros suministros de alimentos. El señala algunos de los problemas más evidentes con la investigación científica que son los resultados que se obtienen dependiendo de la fuente de financiamiento.

En términos de fiabilidad, hay una gran diferencia entre:

  • Ciencia corporativa, que tiende a favorecer y apoyar principalmente los intereses de la compañía y
  • Ciencia independiente que se realiza sin intereses específicos

Tal y como señala Smith, Monsanto, uno de los personajes principales dentro del campo de los alimentos transgénicos (GM), quiere que usted simplemente crean en ellos porque son “expertos” y sus estudios “prueban” que sus alimentos GM son seguros. Pero estos mismos expertos también le dijeron que el PBC, el Agente Naranja y el DDT eran seguros, sin embargo ahora sabemos que esas afirmaciones estaban muy lejos de ser ciertas.

Por Qué No Se Puede Confiar en las Investigaciones con Fines de Lucro…

Ya he escrito con anterioridad varios artículos en los que detallo los diferentes métodos empleados para crear los resultados deseados, falsos y engañosos, en los estudios científicos. Estas tácticas incluyen el uso de:

  • Grupos de control inapropiados
  • Métodos estadísticos erróneos
  • Métodos de detección incorrectos

Jeffrey Smith da muy buenos ejemplos de cómo Monsanto cambia la ciencia para satisfacer sus propias necesidades. Por ejemplo, para “probar” que la pasteurización destruye la hormona de crecimiento bovina (rBGH) que hay en la leche de vacas tratadas, sus científicos pasteurizaron la leche 120 veces más de lo normal. Claramente, los resultados de este experimento de ninguna manera se relacionan con la leche pasteurizada que se vende en los mercados…

Sencillamente, la retención de resultados negativos es otra táctica común.

El año pasado, entreviste a Shiv Chopra sobre este tema. Chopra es una de las personas que sabe mucho acerca de las compañías farmacéuticas y que trabaja para lo que es ahora Health Canada; el equivalente canadiense de la FDA. Mientras que el departamento de producción ordenó un reporte sobre la rBGH en 1997, llamado the Gaps Analyisis Report, su equipo descubrió que la fecha de la prueba que le había pedido a Monsanto nueve años atrás, había sido producida, pero por alguna razón nunca se le permitió el acceso a ella, a pesar de que él era el encargado de la aprobación del uso de rBGH en Canadá.

Esa investigación, realizada por Monsanto, confirmó sus temores, mostrando que la rBGH aumentó el factor de crecimiento de insulínicoen ratas, incrementó la actividad tiroidea y produjo efectos adversos en las pruebas.

Del mismo modo, cuando Monsanto quiso demostrar que su soya transgénica (GM) era sustancialmente equivalente a la soya que no fue modificada genéticamente, dejaron información clave fuera de sus estudios que mostró que la soya GM contenía siete veces más de la cantidad normal de un alérgeno conocido.

Y cuando quisieron introducir al mercado su maíz GM alto en lisina, Monsanto afirmó que tenía un historial de uso seguro en la industria alimenticia porque es una proteína que sale naturalmente del suelo y que por eso no representaba una amenaza para la salud. Sin embargo, un científico independiente decidió corroborar estos hechos y lo que descubrió fue algo muy impactante. En base a la cantidad de lisina que el estadounidense promedio obtiene al comer este maíz alto en lisina, usted tendría que comer 22,000 libras de tierra, cada segundo durante las 24 horas del día, para obtener la misma cantidad de lisina de su alimentación.

¡Vaya engaños!

Sin embargo, se salieron con la suya.

Los Peligros a la Salud de la Soya y el Maíz Transgénicos

La soya y el maíz transgénicos son dos de los alimentos GM más comunes en los suministros alimenticios de los estadounidenses y ambos han sido relacionados con efectos a la salud potencialmente graves.

Por ejemplo, un estudio brasileño realizado en el 2009 en ratas hembras alimentadas con soya GM durante 15 meses, mostró cambios significativos en sus úteros y ciclos reproductivos, en comparación con las ratas alimentadas con soya orgánica o sin soya. Estos hallazgos se suman a un gran número de evidencia que sugiere que los alimentos GM pueden contribuir con una serie de trastornos reproductivos, incluyendo:

  • Cambios en las hormonas reproductivas, como una producción excesiva de estrógeno, progesterona, hormona folículo estimulante y la hormona luteinizante
  • Daño en la glándula pituitaria
  • Menstruación retrógrada, en la que el flujo menstrual viaja en dirección contraria al cuerpo en lugar de ir a través del útero, lo que puede causar una enfermedad conocida como endometriosis, que a su vez puede llevar a la infertilidad. Este trastorno también puede producir dolor pélvico y de piernas, problemas gastrointestinales, fatiga crónica y una amplia variedad de síntomas.
  • Cambios en los testículos, incluyendo células de esperma dañadas

Otro perturbador estudio realizado por Irina Ermakovaen con la Academia Nacional de Ciencias de Rusia, reportó que más de la mitad de los bebés de ratas alimentadas con soya GM murieron en las tres primeras semanas, mientras que la tasa de mortalidad en el grupo de soya orgánica fue de tan sólo un 10 por ciento. Además, los bebés en el grupo de soya GM eran más pequeños, y lo peor de todo, no podían reproducirse. En una coincidencia, después de que las pruebas realizadas por Ermakiva estaban completas, su laboratorio comenzó a alimentar a todas las ratas en las instalaciones con comida para ratas con soya GM. En un plazo de dos meses, la mortalidad infantil en todo el centro alcanzó el 55 por ciento…

Desafortunadamente, no hay manera de que usted sepa si la soya que está comiendo es transgénica o no, esto debido a que los alimentos GM no están etiquetados como tales en los Estados Unidos. Sin embargo, si considera que el 94 por ciento de la soya que crece en los Estados Unidos es transgénica de una forma u otra, entonces está prácticamente garantizado que si un producto contiene soya, probablemente estará modificado genéticamente, a menos que este etiquetado como 100% orgánico por la USDA.

El problema con el maíz es exactamente el mismo, en este caso representa el 88 por ciento de todo el maíz cultivado en los Estados Unidos. La seguridad del maíz GM fue puesto bajo la lupa recientemente debido a que un estudio publicado a principios de este año descubrió que la toxina Bt, que está presente en muchos de los cultivos GM, actualmente está apareciendo en la sangre humana.

La toxina Bt hace los cultivos tóxicos para las plagas, pero la industria ha afirmado que la toxina no representa ningún tipo de peligro para el medio ambiente o para la salud humana porque la proteína se descompone en el intestino humano. Por desgracia, la presencia de la toxina en la sangre humana es evidencia de que esta es otra afirmación falsa que no tiene mucha validez…La toxina insecticida GM también está apareciendo en la sangre fetal, lo que significa que podría tener un impacto en futuras generaciones, que es exactamente lo que gente como Smith ha venido advirtiendo.

Su Salud Depende de los Alimentos que Elije

Esperamos que esta información lo haga reflexionar acerca de los procesos de los modelos científicos en general y de cómo evaluar la evidencia científica en particular. Está muy claro que con el fin de acercarse a la verdad, usted necesita ver los estudios independientes realizados por científicos independientes que no están tratando de demostrar un punto de vista predeterminado y que no están motivados financieramente para defender la afirmación sobre seguridad o eficacia de una corporación en particular.

Además, esta información destaca la necesidad de considerar cuidadosamente los alimentos que compra.

No tengo ni la menor duda de que si usted quiere mantener una buena salud, simplemente debe conocer más acerca de cómo se producen los alimentos que come. C uando compara los alimentos orgánicos sin tratar con los alimentos procesados convencionales (muchos de los cuales, sino es que todos, contienen ingredientes GM), no dudará que uno es un alimento verdadero y que el otro simplemente no vale nada.

Si, puede ser que usted gaste más comprando alimentos orgánicos, pero la recompensa en su salud valdrá la pena y reducirá el costo en los cuidados a la salud en un futuro.

Recientemente encontré una ayuda útil, que muestra que alimentar a su familia con alimentos orgánicos no tiene que costarle una fortuna. El sitio web, 100 Days of Real Food, ofrece un plan de alimentación gratuito con comida real para el verano, en donde se utilizan alimentos orgánicos de temporada. El plan de comidas incluye tanto una lista de compras, como recetas de tres comidas al día durante una semana para una familia de cuatro integrantes.

¿El costo estimado? Alrededor de $167 por semana.

Para ayudarlo a encontrar alimentos enteros y orgánicos en su área, eche un vistazo a esta útil lista:

  1. Centro de Información sobre Sistemas de Cultivo Alternativo, Agricultura con Apoyo Comunitario (AlternativeFarmingSystemsInformation Center, Community Supported Agriculture (CSA)
  2. Local Harvest: el sitio web que le ayudará a encontrar los mercados agrícolas, granjas familiares y otras fuentes de alimentos sostenibles en su área en donde puede comprar, carne proveniente de animales alimentados con pastura y muchos otros productos orgánicos.
  3. La base de datos de los mercados agrícolas de la USDA
  4. Eat Well Guide: Alimentos Saludables de Animales Saludables– EatWell Guide es un directorio en línea gratuito de productos sostenibles de carne, aves de corral, lácteos, huevos de granjas, tiendas, restaurantes, posadas, hoteles y ventas en línea en Estados Unidos y Canadá.
  5. Community Involved in Sustaining Agriculture (CISA): La CISA se dedica a sostener la agricultura y a promover los productos de granjas pequeñas.
  6. FoodRoutes: El mapa de “Find Good Food” puede ayudarlo a contactar a agricultores locales para de esa manera encontrar los alimentos más frescos y sabrosos. En su mapa interactivo, usted puede encontrar una lista de agricultores locales, CSA y mercados cercanos a usted.

Cómo Ayudar a Otras Personas a Evitar que Coman Alimentos GM

Ya que el gobierno de los Estados Unidos impide que se etiqueten los alimentos GM, es necesario educarse así mismo para saber lo que realmente son y de esa forma ayudar a pasar la voz.

Primero que nada, evitar la mayoría de los alimentos procesados, a menos que este etiquetado como 100% Orgánico por la USDA. Usted también puede evitar los alimentos GM que no se encuentran en los alimentos procesados, si sabe que es lo que tiene buscar. Actualmente hay ocho cultivos transgénicos en el mercado:

Soya Azúcar de la remolacha azucarera
Maíz Papaya hawaiana
Semilla de algodón (utilizada en aceites de cocina vegetales) Algunas variedades de calabacín
Canola (aceite de canola) Calabacita amarilla de cuello curvo

La Guía de Alimentos No Transgénicos es gratis y es un gran recurso para ayudarlo a determinar que marcas de alimentos y productos procesados son libres de GM. Imprímala y compártala con todas las personas que conozca. Si siente deseo de conocer más sobre esto, entonces puede ordenar su folleto sobre los Consejos para Comprar Alimentos No-GM y llevarlo a los supermercados de su área. Hable con el dueño o el encargado para que le dé permiso de pegarlo en su tienda.

Recursos Educativos

Hasta este punto, realmente no hay escasez de buena información sobre los peligros de los alimentos transgénicos. Le recomiendo los libros de Jeffrey Smith llamados “Seeds of Deception” y “Genetic Roulette: The Documented Health Risks of Genetically Engineered Foods”, los cuales proveen pruebas abrumadoras sobre lo alimentos GM y lo inseguros que son, así como porque nunca debieron haber sido introducidos en el mercado, en primer lugar.

Además, hay una serie de películas y videos disponibles para que usted pueda verlos, incluyendo:

Su Plan de Acción

Para recapitular y agregar algunas sugerencias más acerca de cómo puede participar durante la semana para hacer conciencia sobre GM, aquí una lista de líneas de acción para que elija entre:

FONTE: Mercola.com

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