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Batata consumida crua e boa para diabéticos é vendida na Expointer, RS

Como um pedaço por dia e nunca mais tomei remédio”, garante produtor.

Estande dos Munari trabalha com o comércio e a troca de sementes raras.

 

Vinícius Rebello Do G1 RS, em Esteio

Amilton Munari batata yacon Expointer (Foto: Vinícius Rebello/G1)Amilton produz e recomenda a batata yacon para diabéticos (Foto: Vinícius Rebello/G1)

O pequeno produtor Amilton Munari mantém uma pequena propriedade com cerca de dois hectares no município de Maquiné, no Litoral Norte do Rio Grande do Sul. Lá, ele planta apenas sementes que dificilmente são encontradas no estado, entre elas uma batata especial, da variedade yacon.

De gosto adocicado, a planta está sendo comercializado no Pavilhão da Agricultura Familiar da Expointer, a feira de agronegócio realizada em Esteio, na Região Metropolitana de Porto Alegre. E segundo o produtor, é um santo remédio para quem é diabético como ele.

Amilton Munari batata yacon Expointer (Foto: Vinícius Rebello/G1)
Produtor de Maquiné resgata sementes de alimentos
esquecidos (Foto: Vinícius Rebello/G1)

“Por experiência própria, eu garanto isso. Como um pedaço por dia e nunca mais precisei tomar remédio contra a diabetes. A yacon pode ser consumida in natura. É uma batata doce que alimentou os incas por muitos anos. A produção ainda é pequena, mas está crescendo no estado”, afirma.

No estande dos Munari no Pavilhão da Agricultura Familiar, Amilton trabalha com um banco de sementes e o resgate de alimentos que estavam se perdendo. Ali também ele passa informações sobre os produtos cultivados em sua propriedade. Além da batata yacon, ele produz frutas nativas como aroeira, juçara e açaí.

“As pessoas trocam as sementes aqui, ou dão uma contribuição espontânea. Assim o banco de sementes vai se multiplicando. Passamos as sementes adiante. Quando trocam de terra e de clima, as sementes se fortalecem e, com isso, as pessoas ficam contentes”, conta o pequeno produtor, orgulhoso.

FONTE: G1

Aumento de obesidade pressiona governos de países emergentes

Pablo Uchoa, da BBC Brasil em Londres

Atualizado em  8 de agosto, 2011 – 06:27 (Brasília) 09:27 GMT

Governos de países emergentes estão sendo impelidos a adotar medidas para combater o avanço da obesidade, que atingiu níveis alarmantes em economias em rápido crescimento nas últimas três décadas.

Dados inéditos da Organização Mundial de Saúde (OMS) obtidos com exclusividade pela BBC Brasil confirmam que, assim como o rápido crescimento do PIB (Produto Interno Bruno), o sobrepeso e a obesidade dispararam em países como China, Índia, África do Sul, Brasil e México.

Conhecidos no passado por dificuldade em alimentar suas populações, estes países hoje se debatem com problemas de natureza oposta – em um fenômeno que especialistas chamam de “dupla carga”.

“A forma com que calculamos o desenvolvimento econômico é simplesmente uma medida do quanto consumimos – então o quanto mais você consume, mais rico você é… e é claro que isso é ruim para ganho de peso”, disse à BBC Brasil SV Subramanian, professor de Saúde da População e Geografia da Universidade de Harvard.

No mês que vem, líderes mundiais se encontrarão na primeira cúpula de alto nível da ONU sobre doenças não-transmissíveis, que incluem obesidade, e serão exortados a adotar medidas de controle e regulamentação sobre a indústria alimentícia, assim como sistemas para identificar potenciais complicações de saúde em estágio inicial.

Epidemia de obesidade

A prevalência da obesidade aumentou em países emergentes de forma muito mais rápida que a renda, e mais rápida do que em países desenvolvidos, ao longo das três últimas décadas.

Na China, estima-se que 100 milhões de pessoas sejam obesas, comparado a 18 milhões em 2005.

No Brasil a obesidade cresce mais rapidamente entre as crianças. Cerac de 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre 5 e 9 anos são hoje obesas no país, quatro vezes mais do que há 20 anos.

Um em cada sete adultos mexicanos está acima do peso, proporção que fica atrás apenas dos EUA entre as principais economias do mundo.

A África do Sul, por sua vez, tem um índice de obesidade mais alto que o dos EUA – com um PIB que é um oitavo do americano.

“Vimos um aumento dramático nos níveis de obesidade em países emergentes, e este índice parece estar crescendo mais rapidamente e em meio a níveis mais baixos de PIB do que na Europa ou nos EUA há 20 ou 30 anos”, disse Tim Lobstein, da Associação Internacional para o Estudo da Obesidade (Iaso).

Embora especialistas vejam uma clara relação entre o aumento da obesidade e o crescimento da riqueza, há outros fatores para o crescimento tão rápido.

O primeiro relatório da OMS sobre doenças não-transmissíveis, publicado em 2010, afirma que não apenas a obesidade, mas também outras “epidemias” como diabetes, câncer e doenças cardiorespiratórias e cardiovasculares, estão relacionadas a mudanças da vida contemporânea.

“Doenças não-transmissíveis são causadas, em grande parte, por fatores de risco comportamentais que são relacionados a transição econômicas, urbanização rápida e estilos de vida típicos do século XXI: consumo de tabaco, dieta insalubre, atividade física insuficiente e consumo abusivo de álcool”, diz o relatório.

Economia da nutrição

No caso de países emergentes, diz Tim Lobstein, a mudança mais importante é a assim chamada “transição da nutrição”, de uma dieta com alimentos básicos para uma dieta modernisada, que consiste em alimentos de nível energético muito maior.

“Isso significa menos frutas e verduras, ou menos alimentos básicos como arroz e grãos, e mais gorduras, e açúcar e óleo. Estes vêm particularmente sob a forma de fast-food, refrigerantes”, diz ele.

A demanda por calorias acessíveis e produzidas em massa disparou em países emergentes, particularmente dentro das classes emergentes, que hoje podem gastar mais de sua renda em comida.

Mas o professor Subramanian afirma que a obesidade é um fenômeno que afeta principalmente as classes mais privilegiadas em países de renda baixa e média, e até em economias emergentes.

Em um estudo publicado no American Journal of Clinical Nutrition, sua equipe de pesquisadores das universidades de Harvard e Bristol pesquisaram dados de cerca de 530 mil mulheres adultas de 54 países de renda média e baixa.

Eles afirmam que, apesar de a obesidade ter aumentado na maioria dos países tanto entre os 25% mais ricos quanto entre os 25% mais pobres da população, o Índice de Massa Corporal (IMC) – medida do peso de uma pessoa que leva em conta a sua altura – aumentou mais nos setores mais ricos.

“Apesar do aumento do IMC não estar mais confinado a países de alta renda, o aumento continua concentrado entre pessoas de renda mais alta em países de renda baixa e média”, diz o estudo.

A Índia é um exemplo clássico de país que combina enormes desafios na área de nutrição entre sua população mais pobre, com alguns dos piores efeitos da obesidade sentidos nas classes médias.

Apesar de ter um dos menores índices do mundo – 1% em homens e 2% em mulheres em 2008, de acordo com a OMS – a Índia tem cerca de 50 milhões de pessoas com diabetes, de acordo com a Federação Internacional de Diabetes.

O país fica atrás apenas da China (onde estima-se que 92 milhões de pessoas sofram de diabetes), mas especialistas estimam que os números da Índia sejam bastante subestimados.

Regulamentação coordenada

Tim Lobstein argumenta que o aparente paradoxo está ligado às “políticas de produção e distribuição de alimentos”.

“Hoje em dia (essas políticas) são governadas por forças de mercado, e essas forças não necessariamente promovem a saúde. Elas promoverão ingredientes mais baratos e comida processada para distribuição onde houver mercado”, diz ele.

“As companhias que estão saturadas no mercado em desenvolvimento examinam agora como podem entrar em economias de renda mais baixa e ainda conseguir lucro”.

Quando líderes mundiais se encontrarem por dois dias na cúpula da ONU sobre doenças não-transmissíveis a partir de 19 de setembro, organizações de saúde pressionarão por regulamentações para controlar a quantidade de gordura, açúcar e sal em alimentos processados.

Entidades como a NCD Alliance também pedirão a adoção de medidas para aumentar o nível de atividades físicas, para impedir estilos de vida sedentários.

“Esperamos que a reunião da ONU aumente a visibilidade de doenças não-transmissíveis, ao mostrar que não se trata apenas de um assunto de saúde, mas envolve também a cadeia de produção alimentar”, afirmou uma representante do Ministério da Saúde do Brasil, Deborah Malta, à BBC Brasil. “Precisamos de políticas públicas e regulamentações não apenas para a indústria alimentar, mas também para tabaco, álcool e um número cada vez maior de setores”.

FONTE: http://bit.ly/owwaR4

Açúcar causa dependência como álcool e cigarro, diz médico

Açúcar é veneno. Do mais natureba, o mascavo, até o suco de fruta ou o famigerado xarope de milho, o açúcar está por trás de doenças cardíacas, diabetes e câncer. E deveria ser proibido para menores de 21 anos, como o álcool e o cigarro.

É com essas declarações polêmicas que o americano Robert Lustig, endocrinologista pediátrico da Universidade da Califórnia em San Francisco, ganhou fama internacional nos últimos anos.

Sua palestra “Sugar: The Bitter Truth” (Açúcar: a verdade amarga) teve mais de 900 mil acessos no YouTube. Há duas semanas, suas teses foram tema da reportagem de capa da revista do “New York Times”. Abaixo, os principais trechos da entrevista que ele concedeu à Folha, por telefone.

O senhor defende que as pessoas eliminem totalmente o açúcar da dieta?

Robert Lustig – Não, eu não sou um “food nazi”. Eu como açúcar, mas muito pouco. Nosso corpo tem uma capacidade muito limitada para metabolizar o açúcar e nós vivemos muito acima dela. Não precisamos de frutose para viver. Nosso corpo ficaria muito bem sem nenhuma frutose [açúcar refinado, a sacarose é composta de 50% de frutose e 50% de glicose].

Qual é o máximo de frutose que deveríamos ingerir?

Não temos certeza. Mas uma estimativa é 50 g por dia. Meus estudos mostram as similaridades entre frutose e álcool. Eles são metabolizados da mesma forma, no fígado. E nós sabemos qual é o limite de toxicidade para o álcool: 50 g. A epidemia de obesidade começou quando o consumo de frutose ultrapassou os 50 g por dia [ou 100 g de açúcar, o mesmo que duas latas e meia de refrigerante].

A Associação Cardiológica Americana publicou uma orientação, em agosto de 2009, da qual eu sou coautor, dizendo que o consumo atual de açúcar nos EUA é de 22 colheres de chá por dia. Deveríamos reduzir isso para nove colheres no caso de homens e seis no caso de mulheres.

Qualquer açúcar é ruim, não importa se é mascavo ou xarope de milho?

Todos são igualmente ruins.

Deveríamos substituí-los por adoçantes artificiais?

Adoçantes artificiais são uma questão complicada. Não fizemos todos os testes para saber o que os adoçantes fazem no organismo. Segundo uma linha de estudos, uma vez que a língua sente o sabor doce, o cérebro se prepara para a entrada do açúcar no sangue. Se ele não entra, o cérebro fica confuso, o que pode levar a um aumento no consumo de açúcar. Há estudos ligando o consumo de adoçantes a obesidade e doença cardíaca.

Qual a alimentação que os pais devem dar a seus filhos?

Crianças devem comer comida de verdade.

Mas isso inclui suco de fruta natural…

Não, suco de fruta, mesmo natural, não é comida de verdade. Deus fez suco de fruta? Não. Deus fez fruta. Qual é a diferença entre a fruta e o suco? Fibras. A fibra é a parte boa da fruta, e o suco, a má. Sempre que há frutose na natureza, há muita fibra – há uma exceção, o mel, mas este é policiado pelas abelhas. As fibras limitam a velocidade da absorção dos carboidratos e das gorduras do intestino para a corrente sanguínea. Quanto mais rápido a energia sai do intestino e vai para o fígado, maiores as chances de danificar o órgão.

Quando o senhor diz que crianças devem comer comida de verdade, isso inclui um sorvete no fim de semana?

Sim. Quando eu era pequeno, sobremesa era uma vez por semana. Hoje, é uma vez por refeição. Esse é o problema. Eu tenho duas filhas pequenas e é isso que faço. Se é dia de semana e elas querem sobremesa, ganham uma fruta. Uma bola de sorvete, só no fim de semana. Elas seguem as regras e não ficam sonhando com doces.

O senhor propõe que a venda de doces e refrigerantes seja proibida para menores, como cigarros e álcool.

Sim. Refrigerantes não têm valor nutritivo, não fazem nenhum bem às crianças. Se os pais quiserem que seus filhos tomem refrigerante, que comprem para eles.

Não é exagero comparar açúcar a álcool e cigarros?

Não. Cigarros e álcool causam dependência, e açúcar também. Nos refrigerantes, tanto a cafeína como o açúcar causam dependência. Sal e gordura causam hábito, mas não dependência.

Como o senhor explica os efeitos nocivos do açúcar?

Quatro alimentos foram associados à doença metabólica crônica: gorduras trans, aminoácidos de cadeia ramificada [soja], álcool e frutose.
A frutose, quando é metabolizada, libera substâncias tóxicas chamadas espécies reativas de oxigênio [radicais livres], que levam a danos nas células no longo prazo, envelhecimento e, potencialmente, câncer.

FONTE: http://bit.ly/oF4b6h

Práticas de Promoção de Saúde entre os funcionários diminuem problemas sérios de saúde

Jaqueline Couto

Obesidade e tabagismo, entre outros males, podem ser eliminados por meio dos programas de saúde para colaboradores.

A falta de tempo, o tabagismo e o excesso de trabalho, unidos a uma vida sedentária, têm sido a causa do aumento da obesidade e de problemas sérios de saúde entre os trabalhadores de todas as classes sociais. E esse conjunto de fatores é também responsável pelo aparecimento de doenças crônico-degenerativas como as cardíacas, o diabetes, problemas de coluna, patologias relacionadas ao fumo, entre outras. Para reduzir este problema, algumas instituições estão adotando programas que promovem a saúde e previnem doenças entre os seus colaboradores. A ideia é melhorar a qualidade de vida dos funcionários e equilibrar a saúde de todos. Um exemplo desta ação é a do Hospital Santa Helena, em Santo André, com o projeto Práticas de Promoção de Saúde, que oferece aos seus 350 funcionários os benefícios da reeducação alimentar e de melhora na qualidade de vida.

De acordo com o Vice-Presidente da Santa Helena, Dr. Ronaldo Kalaf, o programa tem dado tão certo que a instituição foi convidada para participar da XIX Conferência Internacional de Hospitais e Serviços de Saúde Promotores de Saúde, que aconteceu em junho desse ano, em Turku, na Finlândia. “O convite aconteceu, também, devido ao Hospital Santa Helena ser o primeiro e o único na América Latina a fazer parte da Rede Internacional de Hospitais Promotores da Saúde – HPH, iniciada pela Organização Mundial de Saúde – OMS, e com cerca de 800 membros em 40 países”, destaca.

Na Conferência foram apresentados dois trabalhos, previamente aprovados pela comissão Científica do evento, o “Programa de Promoção de Saúde do Hospital Santa Helena” e “O Papel da Nutrição Clínica na Reeducação Alimentar de Funcionários do Hospital Santa Helena” que vêm conseguindo um ótimo resultado entre os participantes.

No primeiro destacou-se, de uma forma geral, o trabalho interdisciplinar que envolve profissionais de várias áreas (nutricionistas, educadores físicos, médicos clínicos, acupunturistas, psicólogos, especialistas em Reeducação Postural Global – RPG e fisioterapeutas), realizado com os colaboradores do Hospital Santa Helena. “Esse projeto visa melhorar a qualidade de vida dos funcionários, impactando em uma maior satisfação no trabalho, reduzindo absenteísmo por causas como lombalgia, cervicalgia, cefaleia e estresse e, consequentemente, uma melhor assistência aos clientes da instituição. Afinal, é preciso cuidar de quem cuida”, afirma a coordenadora do projeto, Dra. Adriana Irikawa.

Segundo a médica geriatria e representante do Hospital Santa Helena no evento na Finlândia, Margarete Augusto, houve com a adoção do programa uma redução de mais de 50% do tabagismo. Além disso, a percepção do colaborador em relação à sua saúde pessoal, em 94% dos casos, foi como boa ou excelente e uma melhora no controle de dores como cefaleia e lombalgia, com redução do absenteísmo. “O tratamento na sessão antitabagismo conseguiu um impacto positivo considerável. Metade dos participantes, desde o início do projeto em 2007 até hoje, pararam de fumar e todos tiveram e continuam com suporte psicológico para dar continuidade ao tratamento”, ressalta.

A segunda apresentação tratou do Programa de Reeducação Alimentar para os funcionários do Hospital Santa Helena, que ocorre no refeitório da instituição com o auxílio de nutricionistas que controlam o tipo de alimento servido, e que se estende até a casa do colaborador, por meio de um manual de como manter uma alimentação saudável. Foram analisados 153 funcionários, sendo 125 do sexo feminino e 28 do sexo masculino, com idade entre 20 a 45 anos.  Entre as mulheres houve uma perda significativa de peso, com redução da média de IMC de 27,7 kg para 24,77 kg final, com média de peso inicial  de  70,14 kg para  65,28 kg final.

Resultados e Números

Fumantes (%) 2010 2009 2008 2007
Atuais 6,00 7,21 12,41 13,54
Percepção pessoal do estado de saúde (%) 2010 2007
Péssima 0 1
Ruim 6 9
Boa 70 62
Excelente 24 28
Nível atual de  stress(%) 2010 2009 2008 2007
Ausente 14,23 9,62 9,06 7,84
Controlado 70,36 67,79 66,2 63,73
Preocupante 12,79 18,27 20,91 21,9
Excessivo 3,07 4,33 3,81 6,54
Doenças (%)        Funcionários com sintomas
2010 2009 2008 2007
Ansiedade 17,00 18,56 20,64 20,97
Dor de cabeça 17,00 19,96 21,14 21,23
Dor nas costas 16,00 17,55 19,30 22,20
Rinite 14,00 15,23 16,44 16,62
Dores nos pés e pernas   10,77 10,14 17,45 14,83
Sobrepeso 10,00 10,00 12,92 8,70
Dores no pescoço e nos ombros 8,74 11,59 13,42 9,97
Dores nos braços e nas mãos 8,54 9,42 10,91 14,32
Asma e Bronquite          1,63 1,09 2,18 1,53
Hipertensão               3,86 5,62 4,70 3,84
Insônia 4,00 4,46 6,71 16,62
Alergias de pele 3,86 5,00 5,87 5,63

Sobre o HPH

A Rede Internacional de Hospitais e Serviços de Saúde Promotores da Saúde – HPH foi fundada em 1990. No total, a Rede é composta por mais de 800 hospitais e membros de serviços de saúde em mais de 40 países. Os membros trabalham em prol da incorporação de conceitos, valores, estratégias e padrões/indicadores (de promoção da saúde na estrutura organizacional) e a cultura dos hospitais e serviços de saúde. Em 2009, o HPH tornou-se um movimento mundial com redes nacionais e regionais, hospitais membro individual e iniciativas de promoção da saúde em todos os continentes.

Países com Hospitais membros HPH

Austrália, Áustria, Bélgica, Brasil (Hospital Santa Helena, na cidade de Santo André, em São Paulo), Bulgária, Canadá, República Checa, Dinamarca, Inglaterra, Estônia, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Irlanda, Itália, Japão, Letônia, Lituânia, Irlanda do Norte, Noruega, Polônia, Rússia, Escócia, Sérvia, Singapura, Eslováquia, Espanha, Suécia, Suíça, Taiwan e EUA, entre outros.

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