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Novo site do Slow Food Brasil

O novo design e navegação do novo site do Slow Food Brasil foram feitos para valorizar o rico conteúdo publicado no site desde que ele nasceu há 6 anos atrás. Hoje já são mais de 700 textos, receitas, vídeos, artigos e notícias.

No novo site, algumas novidades merecem destaque:

As área de Vídeos e Educação do Gosto foram totalmente reformulados e estão com vários conteúdos novos.
Rede Jovem Slow Food e as campanhas Slow Fish Brasil e Queijos Artesanais ganharam muito mais destaque, para que as pessoas possam conhecer mais dessas iniciativas e campanhas realizadas pelos grupos de trabalho do Slow Food Brasil.
Foi criada uma nova seção para Publicações, onde estão disponibilizados vários livretos, manuais e cartilhas do Slow Food, tudo com download gratuito.
Dois novos produtos brasileiros na Arca do Gosto já estão no site: Jaracatiá e Arroz Nativo do Pantanal.
Esperamos que o site seja cada vez mais útil para o movimento no Brasil e que ele sempre sirva para consulta, pesquisa e referência sobre o Slow Food, os projetos e campanhas realizados.

Workshop Estratégias Alimentares e de Abastecimento – I WEAA

TRANSMISSÃO SIMULTÂNEA

 Se você não conseguiu realizar sua inscrição a tempo ou não poderá estar em Porto Alegre nos dias do evento, assista AO VIVO pela internet tudo que acontece no WEAA!

 O link de acesso é http://multimidia.ufrgs.br/ramgen/broadcast/plageder/aovivo.rm

*  Para assistir a transmissão, o computador do usuário deve ter instalado algum Player com suporte ao formato RealMedia. É recomendável o uso do software RealPlayer (o link para a instalação do RealPlayer está disponível em: http://br.real.com/realplayer/thank_you_for_downloading.html).

 Participe de onde você estiver!

Desafios e oportunidades para as cidades e o meio rural

As estratégias alimentares e de abastecimento das grandes cidades vêm assumindo particular centralidade no contexto da crise de mobilidade, de energia e de saúde. Ao mesmo tempo, a alimentação é uma necessidade diária inadiável dos humanos, a qual demanda sofisticada logística. O abastecimento alimentar é um elo fundamental entre estratégias para alimentação da população, formas de uso de energia e mobilidade nos espaços urbanos. Portanto, a questão do abastecimento alimentar, considerando a  população cada vez mais numerosa e urbanizada, com exigências crescentes tanto no que diz respeito à qualidade nutricional quanto no que se refere à disponibilidade dos alimentos, sugere que as sociedades do século XXI reflitam sobre as estratégias alimentares e modelos de abastecimento.

Nesse contexto, o I Workshop Estratégias Alimentares e de Abastecimento (I WEAA) quer criar um espaço de discussão sobre tais estratégias que estão sendo adotadas nos espaços rurais e principalmente urbanos. O evento objetiva também integrar pessoas, iniciativas e pesquisas internacionais e nacionais em torno da temática da alimentação, produção, abastecimento e consumo de alimentos.

Para isso, o I WEAA busca proporcionar e fortalecer o diálogo entre acadêmicos, gestores dos setores público e privado, estudantes e representantes da sociedade civil como um espaço de reflexão sobre alimentação, abastecimento e desenvolvimento rural.

Para além dessas questões, objetiva-se como resultado final a organização de uma agenda de pesquisa que colabore para sistematizar e dinamizar estratégias de abastecimento, produção agroalimentar e interação entre produtores,  consumidores e gestores.

Comissão Organizadora agradece a participação de todos!

Veja aqui a programação.

FONTE: IWEAA

Comparando a alimentação dentro e fora do domicílio, no Brasil, em 2008-2009

Rodolfo Hoffmann

Alguns artigos sugerem que a alimentação fora do domicílio, no Brasil, é menos saudável que a consumida no domicílio, associando a primeira com fast food. A análise dos dados do inquérito alimentar da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009 não sustenta essa ideia. É usual comparar a alimentação de quem eventualmente come fora do domicílio (40,2%) com a de quem se alimenta somente no domicílio (59,8%). Isso implica comparar grupos de pessoas muito diferentes. Os que eventualmente comem fora do domicílio têm maior renda per capita (45% maior) e escolaridade (8,8 versus 6,4 anos), são mais jovens (32,1 versus 40,5 anos) e têm maior ingestão calórica diária (2.063 kcal versus 1.801 kcal). Para estimar o efeito de “comer fora” é necessário controlar o efeito de outros fatores, incluindo alguns não observáveis. Usando os dados referentes às pessoas que comem tanto dentro como fora do domicílio (amostra de 12.045 pessoas), foi estimado o efeito de “comer fora” controlando o efeito de todas as características pessoais. Essa estimativa é obtida utilizando, para cada pessoa a diferença, no valor da variável dependente, entre alimentação fora e dentro do domicílio. Verifica-se que, para cada 100 kcal de alimentos, a alimentação fora do domicílio apresenta menos sal e mais frutas e vitamina C. Por outro lado, a alimentação fora do domicílio apresenta maior teor de açúcar e menor teor de vitamina A. Mostra-se, também, que o fato de comer fora do domicílio está associado a uma menor probabilidade de uma mulher apresentar sobrepeso ou obesidade.

Rodolfo Hoffmann é Professor Sênior da Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” (ESALQ), Universidade de São Paulo (USP), com apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). E-mail: hoffmannr@usp.br

Veja o artigo completo aqui

FONTE: REVISTA SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL, Volume XX(1), 2013

Agricultura familiar: o alimento nosso de cada dia

O programa Caminhos da Reportagem traça um perfil dos homens e mulheres que colocam grande parte do alimento que vai para a mesa do brasileiro. O cultivo da mandioca, do feijão, a produção de carne e leite são responsáveis pelo emprego de 77% da mão de obra do campo. E 70% do que é produzido está na alimentação diária do brasileiro. Para fazer a matéria, a equipe do programa foi da região Norte até o sul do país.

No Amazonas, a equipe do programa encontrou famílias que cultivam o feijão nas areias que margeiam o rio Purus e que também sobrevivem graças à extração da borracha. Em Mato Grosso, a descoberta de propriedades nutricionais de uma castanha, o Cumbarú, mudou a vida de uma comunidade. A atração apresenta também uma família que conseguiu manter seus jovens no campo graças à produção de rapadura.

A reportagem mostra ainda, no Sul do pais, uma nova forma de cultivo diferente, o Faxinal, em que famílias cultivam coletivamente hortas e criam porcos em meio à mata. Uma outra experiência bem sucedida é a do Assentamento 8 de Junho onde os agricultores produzem para o sustento e para comercializar, garantindo a renda familiar. Depois de muito trabalho, conquistaram também um Campus Universitário.

Assista o vídeo com a reportagem completa aqui.

FONTE: Agrosoft Brasil

MDS disponibiliza para download os 3 Volumes da Série “Fome Zero – Uma História Brasileira”

Adriana Veiga Aranha – Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Resumo: Apresenta um registro da trajetória da estratégia Fome Zero, trazendo relatos e análises da construção, dos antecedentes, das conquistas, dos avanços, dos desafios e do impacto social dessa estratégia ao longo de oito anos, desde sua criação, em 2003.

Tipo de publicação: livro
Data: 2010
Autor: vários
Organizadores: Adriana Veiga Aranha – Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome
Resumo: Apresenta um registro da trajetória da estratégia Fome Zero, trazendo relatos e análises da construção, dos antecedentes, das conquistas, dos avanços, dos desafios e do impacto social dessa estratégia ao longo de oito anos, desde sua criação, em 2003.
Referência Bibliográfica:
BRASIL. Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Fome Zero: Uma História Brasileira. Brasília, DF: MDS, Assessoria Fome Zero, V. 1, 2 e 3, 2010. 190 p. ; 26 cm. ISBN 978-85-60700-42-4

Clique aqui para fazer download do Volume 1
Clique aqui para fazer download do Volume 2
Clique aqui para fazer download do Volume 3

FONTE: http://bit.ly/rcmnZd

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